Friday, September 19, 2014

Podemos construir um futuro (individual e coletivo) promissor e tornar concretos aqueles sonhos e ideais, de igualdade, fraternidade, prosperidade e paz, pelos quais tanto nos empenhamos na juventude? Sozinhos, jamais! Em tese, porém, é possível vencer esse desafio, coletivamente. Mas, para tanto,  teríamos que satisfazer tantas condições que a tarefa raia à impossibilidade. A humanidade, por exemplo, teria que remar (pelo menos a imensa maioria), livre e espontaneamente, na mesmíssima direção, sem privilégios ou exceções. As pessoas teriam que trocar seu renitente individualismo (para não dizer, egoísmo) atual, por absoluto altruísmo. E isso por vontade própria. Todos teriam que ser educados para atuar coletivamente, em equipe, tendo em vista, sempre, o bem comum. Seria necessária, também, a consciência da importância de se zelar pelo meio-ambiente, abrindo mão de determinados confortos e facilidades, em troca da pureza do ar e da água e da preservação das florestas. Outra coisa indispensável seria deter a atual e incontrolável explosão demográfica. Tudo isso, óbvio, está apenas no plano do ideal, da mais fantasiosa utopia. Infelizmente...


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O mundo está chegando ao limite para prover alimentos para mais de 7 bilhões de bocas, que não param de se multiplicar. A paternidade deveria ser responsável e só deveria gerar filhos quem tivesse absoluta capacidade de lhes dar sustento e educação conveniente. Óbvio que não é o que ocorre. Estas são condições mínimas para que a humanidade possa escapar da catástrofe anunciada, que se avizinha mais e mais, sem que governos, povos e comunidades sequer se dêem conta. Caminhamos para o abismo, como fazem os lêmures quando há superpopulação da espécie, num instintivo e inevitável suicídio coletivo. Tudo tem limite e o número de habitantes no Planeta também deve ter. Victor Hugo alertou, certa feita, em um dos seus tantos memoráveis textos: “O futuro é um edifício misterioso que levantamos na terra com as próprias mãos, e que mais tarde deverá servir-nos a todos de moradia”. Ou seja, trata-se de obra coletiva, posto que com a indispensável contribuição individual de cada um dos mais de 7 bilhões de terráqueos, em que não pode haver privilegiados e nem omissos. Todavia, é claro que os há!

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“Balbúrdia Literária” José Paulo Lanyi – Contato: jplanyi@gmail.com
“A Passagem dos Cometas” – Edir Araújo – Contato: edir-araujo@hotmail.com
“Aprendizagem pelo Avesso”Quinita Ribeiro Sampaio – Contato: ponteseditores@ponteseditores.com.br
“Um dia como outro qualquer” – Fernando Yanmar Narciso.  

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Cronos e Narciso (crônicas, Editora Barauna, 110 páginas) – “Nessa época do eterno presente, em que tudo é reduzido à exaustão dos momentos, este livro de Pedro J. Bondaczuk reaviva a fome de transcendência! (Nei Duclós, escritor e jornalista).Preço: R$ 23,90.

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