“O
LIVRO É LIDO PARA ETERNIZAR A MEMÓRIA”
William
Wordsworth atribui aos livros papel semelhante ao dos sonhos (a
respeito dos quais escrevi recentemente). Mas vê certa vantagem nos
segundos. Concordo com ele. Vocês já imaginaram se, numa dessas
catástrofes tão possíveis, fossem destruídos todos os livros já
escritos e publicados no Planeta? Pior, e se ocorresse súbita
amnésia coletiva, que fizesse com que todos, absolutamente todos os
seres humanos, se esquecessem dos respectivos alfabetos, de suas
gramáticas e técnicas da escrita? Em questão de dias, a humanidade
retroagiria milênios, quem sabe às cavernas primitivas. Não quero
nem pensar na mais remota possibilidade desse pesadelo se
concretizar. Seria avassalador e catastrófico. Jorge Luís Borges
aventa uma hipótese menos radical do que a minha, mas ainda assim
desastrosa: “Fala-se do desaparecimento ou da extinção do livro.
Creio que isto é impossível. Dir-se-á: que diferença pode haver
entre um livro e um jornal ou um disco? A diferença é que um jornal
é lido para ser esquecido; um disco é ouvido, igualmente, para ser
esquecido – é algo mecânico e, portanto, frívolo. O livro é
lido para eternizar a memória”. E
não é?!!
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PESCA
EM ÁGUAS TURVAS
Prosseguindo
em minha tentativa de “pesca em águas turvas”, tenho uma nova
proposta a fazer às
editoras. Diz-se que a
internet dá visibilidade a escritores e facilita negócios. É isso
o que venho tentando,
há já algum
tempo, conferir. Tenho
mais um livro,
absolutamente inédito, a oferecer.
Seu título é: “Dimensões
infinitas”, que
reúne 30 ensaios sobre temas dos mais variados e instigantes.
Abordo, em linguagem acessível a todos, num
estilo coloquial, assuntos tais
como as dimensões do universo (tanto do macro quanto do microcosmo),
o fenômeno da genialidade, a
fragilidade dos atuais aparatos de justiça, o mito da caverna de
Platão, a secular busca pelo lendário Eldorado, o surgimento das
religiões, as tentativas de previsão
do futuro e as indagações dos filósofos de
todos os tempos sobre
nossa origem, finalidade e destino, entre outros temas.
É um livro não
somente para ser lido, mas, sobretudo, para
ser refletido.
Meu desafio continua
sendo o mesmo de quando iniciei esta tentativa de “pesca em águas
turvas”. Ou seja, é
o de
motivar alguma editora a publicá-lo, sem que eu precise ir até ela
e nem tenha que contar com algum padrinho, mas
apenas pela internet, e sem que eu precise
bancar a edição (já que não tenho recursos para tal). Insistirei
nesta tentativa todos os dias, sem limite de tempo. Para
fecharmos negócio, basta
que a eventual editora interessada (e espero que alguma se interesse,
pois o produto é de qualidade) entre em contato comigo no inbox do
Facebook ou pelo e-mail pedrojbk@gmail.com.
Quem se habilita?
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CITAÇÃO DO DIA:
Sem pátria
Os grandes
artistas não têm pátria.
(Alfred
de Musset).
Acompanhe-me pelo twitter: @bondaczuk
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