Wednesday, April 18, 2018

Reflexão do dia


TANTO JORNALISTAS, QUANTO ESCRITORES, SÃO “GARIMPEIROS DE HISTÓRIAS”
Você pode ser, ao mesmo tempo, jornalista e escritor, sem que uma atividade atrapalhe a outra. E é até desejável que o seja, desde que você não misture as duas coisas, quer na concepção das histórias, quer na linguagem adotada. O jornalista lida com fatos, frios, secos, nus e crus. O escritor, por seu turno, pode até se valer de histórias que realmente ocorreram, mas sua “praia” é a criatividade, a fantasia, o insólito, a subjetividade. A linguagem do primeiro tem que ser, necessariamente, objetiva. A do segundo terá mais valor quanto mais subjetiva puder ser. Paradoxalmente, contudo, as histórias mais surpreendentes e surreais são as da vida real, ou seja, a matéria-prima do jornalista. Nenhum escritor, por mais criativo e fantasioso que seja, será capaz de competir, em loucura, mistério, maldade, bondade etc. etc.etc. com a realidade. Nas reportagens, ao contrário de nos romances, contos e novelas, quem se dá bem, normalmente, é o vilão, em detrimento do herói. Raramente acontece um “happy end”, um final feliz, e quando este ocorre, não desperta tanta (ou nenhuma) atenção do leitor. Já na literatura... A realidade, por formas e razões diferentes, faz de jornalistas e escritores garimpeiros de histórias. Ambos encontram, cotidianamente, na vida real, esse precioso diamante. A diferença, no entanto, está na “lapidação”. Ou seja, na maneira com que a história é narrada.

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DESAFIO E PROPOSTA


Meu desafio está atrelado à proposta que tenho a fazer. Explico. Diz-se que a internet dá visibilidade a escritores e facilita negócios. É isso o que quero conferir. Tenho um novo livro, dos mais oportunos para um ano como este, de Copa do Mundo de Futebol. Seu título é: “Copas ganhas e perdidas”. Trata-se de um retrospecto de mundiais disputados pelo Brasil (que disputou todos, por sinal), mas não sob o enfoque do profissional de imprensa que sou, mas de um torcedor. É um livro simultaneamente autobiográfico e histórico, que relata como e onde acompanhei cada Copa do Mundo, de 1950 a 2014, da minha infância até meus atuais 75 anos de idade. Meu desafio é motivar alguma editora a publicá-lo, sem que eu precise ir até ela e nem tenha que contar com algum padrinho, apenas pela internet, e sem que eu tenha que bancar a edição (já que não tenho recursos para tal). Insistirei nesta tentativa até que consiga êxito, todos os dias, sem limite de tempo. Basta que a eventual editora interessada (e espero que alguma se interesse, pois o produto é de qualidade) entre em contato comigo no inbox do Facebook ou pelo e-mail pedrojbk@gmail.com. A proposta e o desafio estão lançados. Acredito que serei bem sucedido!!!

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CITAÇÃO DO DIA:

Amor e paciência

Paciência é amor. Pois como se poderia amar alguém sem ela?

(Jane Howard)

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