Saturday, January 03, 2009

Soneto à doce amada - XII


Pedro J. Bondaczuk

Minha doce amada, o rosário
de dias que nos conhecemos
já tem mil contas, pelo menos,
de ternuras. O corolário

todavia, do nosso afeto,
dos nossos sonhos encantados
e até dos castelos dourados,
o nosso anseio predileto

ainda está por completar.
O tempo não vamos deter,
pois é como as ondas do mar,

frio...ritmado...impessoal...
Mas não podemos esquecer:
nosso amor é atemporal!!!


(Soneto composto em Campinas, em 18 de setembro de 1965 e publicado no jornal "O Município", de São João da Boa Vista, em 11 de março de 1972).

3 comments:

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