Saturday, July 17, 2010




Soneto à doce amada - LXXIX

Pedro J. Bondaczuk

Que os meus versos sejam coloridos
em todos os matizes, muita cor,
projetem mundos não construídos
de ternura, paz, de luz e amor.

Que o verde vivo das esperanças
seja a sua cor fundamental,
que façam sorrir todas crianças
em suaves sílabas de cristal.

Que combatam feros ditadores,
mas a deixem sempre enlevada,
feliz, sorridente e encantada.

Que possam ser belos, como as flores,
que das emoções sejam pastores
e que a louvem sempre, doce amada...

(Soneto escrito em Campinas, em 4 de outubro de 1967).

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