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Soneto à doce amada – LV
Pedro J. Bondaczuk
Por que, só em vê-la, tremo tanto
e quase não consigo falar,
todo atrapalhado, a gaguejar,
como que enleado num encanto?
Por que ela não sai da lembrança,
e fico inquieto se não a vejo,
quase a me consumir de desejo,
oscilando entre dor e esperança?
Por que me sinto tão dependente
dos seus sorrisos tão cativantes
e dos seus olhares fascinantes?
Por que ocorreram, de repente,
tantas reações interessantes?
Seria, acaso, outro amor nascente?
(Soneto composto em Campinas, em 7 de outubro de 1965).
Pedro J. Bondaczuk
Por que, só em vê-la, tremo tanto
e quase não consigo falar,
todo atrapalhado, a gaguejar,
como que enleado num encanto?
Por que ela não sai da lembrança,
e fico inquieto se não a vejo,
quase a me consumir de desejo,
oscilando entre dor e esperança?
Por que me sinto tão dependente
dos seus sorrisos tão cativantes
e dos seus olhares fascinantes?
Por que ocorreram, de repente,
tantas reações interessantes?
Seria, acaso, outro amor nascente?
(Soneto composto em Campinas, em 7 de outubro de 1965).
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