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O homem contemporâneo vive, de fato, com os pés no chão? As regras sociais vigentes têm ao menos um mínimo de senso? É ou não é absurdo o fato de alguém se arrogar a dono de um pedaço (não importa de que tamanho) de um planeta que não construiu e que já encontrou pronto ao nascer e que vai continuar existindo bilhões de anos após a sua morte? Pobre condição humana... E no entanto, vale a pena viver, mesmo não atinando com a origem, o sentido e o fim dessa existência. É uma oportunidade única, de curta duração (para alguns limita-se somente a horas, quando não minutos), absolutamente imprevisível e que pouco podemos fazer para moldar à nossa feição. E ainda assim é uma experiência compensadora, mesmo que marcada pelo sofrimento e pela dor.
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