
Quando os políticos falam em educação, pensam, logo, na construção de escolas, mesmo que estas não sejam necessárias. Em geral, têm compromissos, nem sempre tão lícitos, com empreiteiras. O que o País precisa, destaque-se, porém, não é tanto de gigantescos e onerosos prédios escolares, construídos com fins meramente eleitoreiros, quando não para desviar recursos para o bolso de administradores corruptos, mediante superfaturamento de obras. Necessita de uma doutrina de ensino. Precisa de competência, de vontade política e, sobretudo, de seriedade para recuperar o tempo perdido. Enquanto isso não existir, a educação no País continuará deficiente, para não dizer desastrosa.
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